Citações:

Sem o direito natural não há Estado de direito. Pois a submissão do Estado à ordem jurídica, com a garantia dos direitos humanos, só é verdadeiramente eficaz reconhecendo-se um critério objetivo de justiça, que transcende o direito positivo e do qual este depende. Ou a razão do direito e da justiça reside num princípio superior à votante dos legisladores e decorrente da própria natureza, ou a ordem jurídica é simplesmente expressão da força social dominante
(José Pedro Galvão de Sousa, brasileiro, 1912-1992)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Variação Sobre «A Estética Da Literatura!»

A ESCRITA… ESSE CAMINHO COLORIDO! No espaço real debate-se, hoje, a dicotomia entre a escrita intimista e a realista/despojada. O que queremos sentir? Há quem julge - julgar (o outro) faz parte da nossa matriz humana, do nosso espelho -, entretanto, a literatura pelas Mil E Uma Palavras Da Sua Estética: A Estética Da Literatura.  
Que não tem formas, nem géneros. Toda a narrativa tem de ser/ter poética? E que elementos são estes que povoam o nosso imaginário literário? Diversidade, nicho, vidas, descritivo, conteúdo, ficção, imaginário, intimismo, surrealismo, mistério, impulso de vendas, networking, promoção, interesse, divulgação, selecção, géneros, fins, meios, mistério, experiências, santidade, apetências, momentos, patamares de escrita, prémios, motivação, narrativa, poética, estética, beleza, conteúdo... Nestes elementos me reconheço... à vez... Toda a narrativa tem de ser poética?... ou tem de ter conteúdo estético, beleza… para lhe dar vida?...  Escolhe A(s) Que Te Agrada(M) para seres feliz!

As Mil E Uma Palavras Da Estética Da Literatura

Toda a narrativa tem de ser poética? Diversidade, nicho, vidas, descritiva, conteúdo, ficção, imaginário, intimismo, surrealismo, mistério, impulso de vendas, networking, promoção, interesse, divulgação, selecção, géneros, fins, meios, mistério, experiências, santidade, apetências, momentos, patamares de escrita, prémios, motivação, narrativa, poética, estética, beleza, conteúdo...
Nestes elementos me reconheço... à vez...  
Toda a narrativa tem de ser poética?... ou tem de ter conteúdo estético, beleza?... 
Escolhe A(s) Que Te Agrada(M)!

Excerto De «Incarnations»

lxiv. INCARNATIONS
 

Mona,
Soube agora,
In Lunatica Desnuda,
Que incarnaste
Inúmeras figuras
De que te não sabia parte.

Banksy deu-te um
Traseiro carnudo
Com que te apresentar ao mundo.
Brindou-te assim para te eximir
Do cansaço da tua expressão vaga e triste.
Chamou-te até…
(Blasfémia!)
…Um mujahedin do povo.

Bolero inflamou-te como um balão,
Deu-te uma cara arrendondada
Como a dos anjos,
...
 

PAS

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Os Sete Trabalhos Do Editor

Há um comentário do Rui no Horas Extraordinárias que me levou a pensar no dualismo opcional do editor (neste caso da Rosário), fruto da sua experiência de amores e desamores (poéticos, obviamente!), ligações e desligamentos que num poeta soa a relativo – e que num poeta, simultaneamente editor, deve soar ainda mais fundo, dada a dialógica - plurilógica? - das opções das prosas.
Num universo tão relativo, onde não há lugar a Javert’s - esses personagens do gosto absoluto! - há uma relatividade clara de opção que se funda no coração, mas acima de tudo no profissionalismo dos objectivos.
É que o céu, como reclamam os revolucionários da liberdade, igualdade e fraternidade, é muito largo e igual... e não cabendo na terra, cabem lá todos!